quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 - 01:58:23
O nome Mauá foi escolhido em homenagem a um dos maiores empreendedores brasileiros, Irineu Evangelista de Souza, conhecido como Barão de Mauá, que possuía 17 empresas em 1867 e cuja fortuna somava USD 60 milhões naquela época, número comparável apenas aos USD 100 milhões deixados por Cornelius Vanderbilt, o homem mais rico do século XIX.

Mauá em tupi-guarani também significa:”coisa elevada”.

A Mauá é uma gestora de recursos financeiros que já nasce com história advinda da cisão da Gávea Investimentos;
Sólida reputação;
Núcleo de gestão com 18 anos em média de experiência e track-record nos mercados financeiros brasileiro e internacional formado por: Luiz Fernando Figueiredo, Rodrigo César de Carvalho, Fernando Monteiro, Carlos Parga e Mauro Rodrigues da Cunha;

Qualidade de Processo:
  - Excelência em todas as áreas envolvidas na gestão dos produtos;
  - Compliance e processos operacionais rigorosos;

Manter relacionamentos de longo prazo com clientes e distribuidores.
Buscar retornos absolutos superiores à média do mercado.
Atuar principalmente no mercado brasileiro onde acreditamos agregar maior valor.

Favorecer-se de assimetrias de mercado;

Posições compradas e/ou vendidas em ativos brasileiros;

Uso de análise Top Down (análise macro) e Bottom Up (análise micro) em conjunto com market timing;

Compromisso com preservação do capital;

Manter baixa correlação com classes de ativos específicas e concorrentes;

Rígido controle de risco e liquidez dos ativos.

* Os Gestores não são recompensados por seus portfolios individuais, mas sim pela performance do portfolio em geral, de maneira a incentivar idéias de toda a equipe. Não há alocação de risco pre-definida entre os portfolios.

Direcional

Compra ou venda de ativos que melhor expressem nosso cenário macro.
Exemplos:Comprado ou vendidoem dívida externa, basedo em cenário macroeconômico; relação risco/retorno; condições técnicas de mercado e price action.

Valor Relativo

Extrair valor de assimetrias intermercados com baixo risco direcional.
Exemplos:Tomado na parte longa da curva de juros Pré X vendido em Dólar.
Estratégias de Valor Relativo buscam estas ineficiências apostando na convergência através de trades de curto prazo.

Seguro

Busca defender a carteira em cenários de stress, normalmente com custo conhecido e pré definido. Exemplos:Apostas na inclinação da parte longa da curva de juros Pré.
Comprado em inflação implícita (juros nominal X juros real).
Long/Short Estratégia que envolve comprar e vender ações sempre do mesmo setor (ex: holding vs. operadora e classes diferentes da mesma ação).Exemplos: Comprado em Suzano e vendido em Aracruz, acreditando que Suzano teve performance pior do que suas comparáveis, sem um motivo claro e em uma geração de caixa futuro advinda da maturação de um investimento grande.
Double Alfa Estratégia que visa o aproveitamento de spreads entre retornos de ações atrativas (no lado comprado) e não atrativas (no lado vendido), sem necessariamente haver correlação entre estas. Exemplos: Posição vendida em commodities e/ou Índice contra uma posição comprada em histórias de crescimento como, por exemplo, ALL, Localiza, TAM e o setor de bancos.
Direcional e Trading Posições em aberto, compradas ou vendidas, baseadas em análise fundamentalista e/ou cenário macroeconômico. Essas posições também podem ser utilizadas como neutralizadores do beta da carteira.Exemplos:Posições compradas após o queda brusca de maio, montadas ao acreditar que o mercado de ações ainda tinha muito valor e estava atrasado com relação a outros ativos no mercado brasileiro.
Arbitragem Essa estratégia não envolve riscos setorial e de mercado. Trata-se de uma estratégia de renda fixa feita com ações, aproveitando desequilíbrios temporários no mercado. Exemplos: Carteira x Índice, Eventos (Embraer, Ripasa), trades de volatilidade, discrepâncias entre ações ON x PN da mesma empresa e também entre local x ADR
Baseado em Cenário de Stress: não usamos VAR (Value at Risk);
Os cenários são definidos de acordo com:
- Simulação do cenário de stress com valores históricos – de forma geral, o período inicial das amostras é o 4o trimestre de 1999, em virtude da mudança relevante ocorrida no 1º trimestre de 1999 na política cambial.
- Os resultados com os números puramente históricos, são usados como indicativos e não limitadores de posições;
- Cenários Plausíveis – com base nos valores extremos, o Comitê de Risco define os cenários plausíveis. Somando-se a esses valores as correlações entre os ativos, é possível calcular o stress total do Fundo, que não pode exceder 15%* do Patrimônio.
As correlações são capturadas através da observação do comportamento dos demais fatores de risco vis-à-vis um determinado fator de risco, ou seja, como os demais fatores se comportam dado o pior momento de um fator específico.
*equivale ao número máximo de pontos de stress admitido pela disciplina interna de controle de risco do gestor: 15,0 pontos.
Comitê de Risco:
São realizados quinzenalmente, com a participação dos sócios envolvidos na gestão, quando os valores extremos históricos observados e respectivas correlações são avaliados em diferentes períodos
Foco nos três principais riscos:

Risco de mercado: limite de perda máxima igual a 15% do Patrimônio Líquido. O limite é reduzido, automaticamente, a partir de um prejuízo maior que -0.50% para qualquer investidor;

Risco de liquidez: são avaliados os tamanhos das posições do fundo vis-à-vis o tamanho do mercado, em momentos de stress. Dado o lock-up de 90 dias, no limite, as posições não podem ter um prazo superior a 90 dias para serem encerradas. Posições em ativos não líquidos são sempre pequenas, normalmente construídas como hedge para outras posições;

Risco de caixa (buying power): capacidade dos fundos de fazer caixa, é calculado em condições normais e de stress, de forma a saber o quanto de caixa o fundo teria para implementação de qualquer outra estratégia.

Carteira monitorada em tempo real;
Limite de Perda Máxima: 15% do Patrimônio Líquido para o Mauá FI Multimercado e Mauá Top FI Multimercado.